Barramento não se escolhe por tabela de bolso. Uma barra correta atende, ao mesmo tempo, a três critérios: capacidade de corrente, elevação de temperatura e esforços de curto-circuito.
Ref.: ABNT NBR IEC 61439-1 / 61439-2
Dimensionar barramento de cobre vai muito além de "1 A/mm²". Uma barra correta precisa passar simultaneamente por três verificações:
A corrente admissível da barra depende da seção, do número de barras por fase, da posição de montagem (horizontal ou vertical) e da ventilação do painel.
A NBR IEC 61439 limita a temperatura nos pontos de conexão. Uma barra que conduz mas esquenta demais degrada terminais e isoladores.
Na falta, as forças eletromagnéticas entre barras são proporcionais ao quadrado da corrente de crista. O espaçamento entre apoios precisa ser verificado mecanicamente — é aqui que a maioria dos "dimensionamentos rápidos" falha.
Fazer isso na mão significa cruzar catálogo de fabricante, tabela de ampacidade de barras e cálculo mecânico de esforços. É um trabalho que consome tempo e no qual um único critério esquecido compromete a segurança do painel inteiro.
Sim. O módulo de barramentos do Phi calcula a corrente admissível, a elevação de temperatura e os esforços de curto-circuito da barra, e roda direto no navegador — sem instalar nada.
Depende da seção, do número de barras por fase, da disposição e da elevação de temperatura admitida. Tabela de fabricante dá um valor de referência para uma condição específica; fora dela, o valor não vale. Por isso o cálculo considera as condições reais de montagem.
Além de conduzir a corrente nominal, a barra tem de suportar o esforço eletrodinâmico e a solicitação térmica do curto-circuito presumido no quadro. É verificação separada da ampacidade, e é o critério que costuma governar em QGBT.
Barramentos, cabos, infraestrutura e luminotécnica — a conta complexa fica simples, direto no navegador.