Capacidade de condução, fatores de correção de temperatura e agrupamento, queda de tensão e ocupação do eletroduto — o fluxo completo em minutos, com a referência de norma na memória de cálculo.
Ref.: ABNT NBR 5410 (baixa tensão) · NBR 14039 (média tensão)
Dimensionar um condutor não é escolher a bitola "que costuma dar certo". A NBR 5410 exige que a seção atenda, ao mesmo tempo, a um conjunto de critérios — e a seção adotada é sempre a maior entre todos eles. Pular qualquer um significa assinar um projeto que pode aquecer, reprovar na vistoria ou virar laudo.
Os critérios que o Phi verifica em cada circuito:
O erro clássico é dimensionar só pela corrente nominal e esquecer os fatores de correção. Um cabo que "passa" na tabela de ampacidade pode estar subdimensionado depois de aplicados temperatura e agrupamento reais — e o problema só aparece quando o circuito aquece em operação.
Outro ponto: a ocupação do eletroduto é calculada pelo diâmetro externo do cabo isolado (que varia por fabricante), não pela soma das seções nominais. É por isso que o conduto "que cabia" reprova na vistoria.
Exemplo de folha de resultado do Phi — cada número sai com a referência de norma.
A seção adotada é a maior entre os critérios da norma: capacidade de condução corrigida por temperatura e agrupamento, queda de tensão, seção mínima normativa e coordenação com a proteção. Escolher pela corrente nominal apenas é o erro mais comum.
Ele reduz a capacidade de condução do cabo em função da quantidade de circuitos no mesmo conduto ou na mesma camada, e se multiplica pelo fator de temperatura. Um cabo que passa na tabela de ampacidade pode ficar subdimensionado depois das duas correções.
O limite depende do tipo de circuito e do ponto de origem, sendo tipicamente 4% do ramal de entrada até o ponto de utilização. O cálculo deve usar a resistência e a reatância reais do cabo.
Acesse o Phi e dimensione cabos, infraestrutura, barramentos e luminotécnica direto no navegador.